Como está o perfil no LinkedIn?

Sabe o famoso e conhecido currículo, pois é, assim como (quase) tudo ganhou sua versão digital, ele também passou de um simples impresso e ganhou uma rede social dedicada a isso. Não é nenhuma novidade, afinal o LinkedIn está no desde de 2003 e já possui 161 milhões de usuários espalhados pelo globo, 61% deles são de fora dos EUA, sua terra natal. Muitas empresas estão atentas as redes sociais e utilizam o LinkedIn na hora do seu recrutamento, com isso vem a questão: “Como está o perfil no LinkedIn?”.

A pergunta é pertinente e válida para seus demais perfis, já que os recrutadores usam as redes sociais para buscas referencias sobre o candidato e também analisar o seu comportamento, o que rende outra discussão, sobre a liberdade de expressão (que abordaremos em outro post), mas de qualquer maneira já #ficaadica sobre o tema.

Confira abaixo os 8 erros mais cometidos, para não pagar mico no LinkedIn.

1. Sua foto é muito informal (ou inexistente)
Não ter uma foto como avatar de rede social, hoje em dia, é quase um sinal de que você não existe. Ok, talvez não seja para tanto, mas é um indicativo de que o profissional não sabe lidar com as novas tecnologias e redes sociais. Para ser bem claro: melhor não criar o perfil a criá-lo e deixá-lo incompleto. Outro erro mais comum do que se imagina é o de profissionais que colocam fotos extremamente informais. Uma foto descontraída, dependendo do emprego e tipo de empresa em que você trabalha, pode passar. Uma foto que deixa ambíguo se você está sem camisa (fotos na praia ou fotos de rosto com a mulher usando um tomara-que-caia, por exemplo) e imagens suas com aquela cervejinha em mãos? Pode cortar.

2. Sua URL é a automática em vez de ser personalizada
Se o seu perfil no Facebook já pode ser acessado digitando www.facebook.com/nome-sobrenome (ou variações), então não há desculpas para o seu perfil profissional ser algo terrível de encontrar como www.linkedin.com/93052720358. Nas configurações da conta já é possível criar uma URL personalizada (e mais memorável) para aquilo que será seu currículo online. Basta ir em editar seu perfil e já no quadro principal há a opção de editar seu perfil público. Nela, você pode escolher o endereço do seu perfil público.

3. Seu perfil está marcado como privado
De que adianta investir horas atualizando e preenchendo seu perfil se ele não está disponível em buscas? Entre as coisas que os recrutadores podem descobrir a seu respeito no Google, o ideal é que eles possam encontrar páginas criadas e organizadas por você exatamente para mostrar o melhor do seu lado profissional. Melhor do que só encontrarem sua página pessoal no Facebook.

4. Você está em um milhão de grupos – ou não está em nenhum
Grupos são um dos principais recursos de networking no site. Não pertencer a nenhum é perder a oportunidade de conhecer novos profissionais, debater e mostrar seus interesses. Estar em muitos, por sua vez, dá a impressão que você não participa de fato em nenhum.

5. Seu perfil não tem recomendações com conteúdo
Só ter recomendações não é o suficiente. Elas têm de vir de pessoas que tenham como escrever a respeito de você: chefes, colegas etc. As melhores recomendações são aquelas específicas, que citem um emprego ou um projeto e seu desempenho nele. Por isso, não adianta (além de ser quebra de etiqueta na rede social), enviar pedidos automáticos de recomendações para todos os seus contatos.

6. Seu perfil está com sumários muito longos – e na terceira pessoa
Sumário, por definição, não pode ser muito longo. Discorrer por caracteres e caracteres sem fim sobre suas experiências prévias tira a paciência de qualquer um. Inclusive do recrutador. Outro hábito comum é o de descrever seu próprio histórico profissional na terceira pessoa. Se o perfil é no Linkedin, o recrutador sabe que foi você que criou e alimentou a página. Não há motivos para fingir o contrário.

7. Erros de português, inglês ou digitação
Pega mal no currículo impresso e também no Linkedin. Leia, releia, peça para algum amigo ler também e fique atento a quaisquer erros na sua página. Se você escolheu redigir em inglês, atenção redobrada. Nada pior do que escrever que tem inglês fluente e se contradizer com algum erro na página.

8. Mentiras e “meias verdades”
Inglês intermediário vira avançado, avançado vira fluente. Aquele curso de duas semanas na universidade no exterior descrito apenas como “curso de business em Londres” ou as aulas de especialização que acabam se tornando um mestrado. Essas meias verdades são facilmente descobertas, e podem acabar com a sua carreira.

fonte: Exame

 

 

 

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