Eleições

Case: Monitoramento de Eleições Presidenciais – Como a Medialogue enfrentou esse desafio com a ajuda do BrandCare

By | Redes Sociais, Social Media | No Comments

Monitorando as Eleicoes Presidenciais - Medialogue e BrandCareComo monitorar uma eleição presidencial nas mídias sociais?

A Medialogue, agência especializada na criação de campanhas sociais, comunicação digital e produção de conteúdo, possui expertise, experiência e equipe para desenvolver um trabalho dessa grandiosidade. A agência foi escolhida pela campanha de Aécio Neves para oferecer informações e análises em tempo real sobre as conversas políticas nas mídias sociais.

A campanha presidencial de 2014 foi um dos mais importantes eventos da web naquele ano, tanto em volume de tráfego como engajamento. Nosso maior desafio foi traduzir esses dados em informações e insights” – Alexandre Secco, especialista em comunicação digital, diretor da Medialogue

E como isto foi realizado? Confira e baixe o case completo, que mostra o papel do BrandCare: Monitorando as Eleições Presidenciais – Estudo de Uso do BrandCare.

Análise de Redes em Eleições e Política: Luke Foley

By | Redes Sociais, Social Media | No Comments

Luke Folley - completa copyAnálise de Redes Sociais é uma metodologia inovadora de visualização de conexões em torno de conversas nas mídias sociais. No campo politico, tem aplicações como: Identificar Influenciadores; Analisar atividade da militância; Descobrir ativadores; Rastrear crises e temas sensíveis; Mapear agrupamentos de eleitores; Medir impacto de fatos e notícias; Comparar disseminação de mensagens pró e contra.

Como exemplo, trouxemos para o blog um excerto de análise realizada em alguns dias do período eleitoral da New South Wales na Austrália, país onde temos nossa outra sede. Observem como analisar os clusters da rede de tweets mencionando o Luke Folley (Australian Labor Party) com 1007 tweets no período de 1 semana já traz alguns insights.

No período analisado, o maior agrupamento ocorreu em torno de @Wendy_Bacon, professora e jornalista investigativa em veículos independentes e alternativos.

Foram 60 perfis discutindo o tweet de Bacon criticando Foley por reduzir impostos para a indústria de corridas. Além do potencial de disseminação na plataforma (13,8 mil seguidores), seu perfil é típico do comunicador com alto grau de influência.

Analise de Redes - Luke Foley - Cluster 1

O segundo cluster esteve isolado do resto da rede, por ser de pessoas focadas numa causa específica. O perfil @TheMMExchange, Medical Marijuana Exchange, circulou notícia, declaração e link sobre o esforço de Luke Foley para legalizer o uso medicinal da maconha.

Analise de Redes - Luke Foley - Cluster 2

O terceiro cluster mostra a disseminação de polls da popularidade de Foley no ALP à frente de Robertson e da dianteira de Baird à frente de Foley.

O principal influenciador é o perfil @GhostWhoVotes, perfil que circula notícias sobre a política australiana. O perfil @mrtiedt retuitou a mensagem com uma risada, provavelmente devido à liderança de Foley ou a grande quantidade de indecisos.

Analise de Redes - Luke Foley - Cluster 3O quarto cluster traz perfis impactados pela ABC News Sydney relativa à declaração de Foley de que não seriam necessários julgamentos para cada caso de uso medicinal de maconha. O perfil destes usuários são de interessados em política, especialmente militantes do partido.

Analise de Redes - Luke Foley - Cluster 4

Caracterizado por ativistas, especialmente referentes a clima. Foram mensagens de apoio ao movimento “Lock the Gate” a favor da preservação da natureza contra mineração danosa de gás, carvão e combustíveis.

A jornalista Margo Kingston e o perfil @locjkthegate mencionaram a política Annastacia Palaszczuk (@AnnastaciaMP) do Queensland Labor em prol da causa.Analise de Redes - Luke Foley - Cluster 5

 

Twitter lança guia gratuito sobre estratégias e táticas para eleições e governo

By | Social Media | No Comments

twitter elections and government handbookO Twitter acabou de lançar um guia oficial sobre o uso da mídia social para fins eleitorais e governamentais. Com 137 páginas, traz seções sobre: Planejamento; Construção de Base; Persuasão; Respostas Rápidas; Mobilização; Tracking; e Anúncios.

Além de dados interessantes como o gráfico abaixo, que mostra o impacto de uso de recursos especiais nos tweets, o guia também traz o passo a passo de funcionalidades avançadas, como o uso de Twitter Cards e Analytics.

Direcionado à realidade dos Estados Unidos, o guia pode ser utilizado também por brasileiros, adaptando as recomendações às particularidades e características do sistema político local. O segmento de política, como vimos em estudo da Medialogue, é um dos que gera mais engajamento no Brasil no Twitter.

retweets - formato

Dados oficiais mostram que o uso de fotos nos tweets aumenta em média 62% o número de retweets

Para baixar, basta acessar The Twitter Government and Elections Handbook. E confira post com outras 9 fontes de informação sobre política nas mídias sociais.

Eleições 2014 em Alagoas no Twitter: primeiras impressões

By | Social Media | One Comment

eleicoes-rede

Por Ronaldo Araújo [1]

Ao se analisar a conversação em rede em períodos eleitorais entende-se que o volume de mensagens trocadas entre candidatos e eleitores pode ser entendido, por um lado, como abertura e predisposição do candidato ao diálogo, e por outro, como engajamento cívico do eleitor na participação política.

Pesquisas que analisam o desempenho de candidatos em suas campanhas online têm detectado um número cada vez mais baixo de mensagens em resposta a eleitores. Embora os sites de redes sociais “garantem” ao eleitor ter voz, percebe-se que este tem obtido pouca ressonância, não sendo ouvido pelos candidatos com os quais interage.

Para verificar essa situação, por meio do uso do BrandCare, temos monitorado no Twitter, as interações entre os principais candidatos ao governo do Estado de Alagoas com seu eleitorado. De acordo com pesquisa ibope divulgada no dia 01 de junho os três candidatos com maior intenção de voto são: Renan Filho (PMDB), na liderança com 35%, Benedito de Lira (PP) com 25% e Eduardo Tavares (PSDB) com 4%. Seguem algumas impressões sobre o primeiro mês de monitoramento (01 a 31 de julho em 2014) destes três candidatos.

Em relação ao número de seguidores, todos apresentaram um crescimento: Renan Filho – @RenanFilho_ teve aumento de 122 seguidores (tinha 1.010 e chegou a 1.132); Benedito de Lira – @BiudeLira (de 3.631 para 3.691) e Eduardo Tavares[2] – @edutavaresal (de 212 para 272) tiveram aumento de 60 seguidores cada.

Tivemos um total de 3.409 tweets, sendo 2.353 únicos e 1.056 retweets. O desempenho em termos de (1) número de mensagens enviadas pelos candidatos + (2) menções + (3) retweets recebidos dá destaque à Renan Filho no período analisado que supera os demais em praticamente todo o período. Em apenas dois momentos o candidato não lidera, em 19 de julho por Biu de Lira (60 a 38) e em 24 de julho por Tavares (110 a 82).

Mentions Gov AL 2014

No dia 19 de julho, podemos atribuir o desempenho do candidato Benedito de Lira ao dia do lançamento de sua campanha. Já Eduardo Tavares tem seu melhor desempenho na data em que divulga sua desistência de candidatura ao governo do estado pelo PSDB.

Do total de 2.353 mensagens únicas, apenas 426 (9,11%) foram originadas pelos candidatos, o que equivale a dizer que 1.927 delas (81,89%) são de eleitores (além de perfis institucionais, empresarias e de mídia), o que indica o índice de participação política nesse período eleitoral.

Interessados em saber sobre o “entre”, com foco na relação, na interação, as próximas postagens descreverão o quanto os candidatos são mencionados durante a campanha, o índice de responsividade que apresentam, o tipo de mensagens (assunto e categoria) que respondem, bem como que não respondem. Essa fase será pautada nos estudos de análises de redes sociais (ARS) e também nas análises de conversação em rede, levando em conta aspectos estruturais e semânticos[3].

[1] Mestre (2009) e Doutorando em Ciência da Informação pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Graduado em Ciência da Informação (2006) pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Pesquisador do Grupo de Pesquisa em Política e Tecnologia de Informação e Comunicação (GPoliTICs – UFAL). Sua pesquisa sobre participação política, interatividade e engajamento online nas eleições estaduais de Alagoas é apoiada pela Social Figures, através do plano acadêmico do BrandCare.

[2]  O candidato desistiu da candidatura no dia 24 de julho e foi substituído pelo vereador do município de Palmeira dos Índios, Júlio Cezar (PSDB) – @JulioCezarAL a partir do dia 05 de agosto de 2014.

[3] RECUERO, R. A conversação em rede: comunicação mediada por computador e redes sociais na Internet. Porto Alegre: Sulina, 2012.

O dito não ouvido nas campanhas online: o que os candidatos não respondem

By | Social Media | One Comment

eleicoes - rede

Por Ronaldo Araújo [1]

O uso do ciberespaço enquanto local para manifestações cívicas e participação política não é novidade alguma, assim como o uso dos ambientes digitais para campanhas eleitorais. O caráter relacional e colaborativo proporcionado por plataformas online oferecem novos elementos para se (re)pensar a comunicação política.

Campanhas políticas nesse ambiente possibilitam ao eleitor, além de obter informação sobre questões relativas ao seu candidato, como suas propostas, o poder de se engajar no debate político e na prática participativa democrática, tendo uma formação diferenciada sobre as questões políticas de seu interesse.

Ainda que o uso da web em campanhas eleitorais possua potencial democrático e participativo, a maioria das pesquisas desconsidera o engajamento cívico e se concentra mais no gerenciamento da campanha. Assim temos um monitoramento centrado na figura do candidato (como polo emissor privilegiado) e sua desenvoltura, tendo como referência sua atuação (frequência de mensagens enviadas, tipo de mensagens, evolução de seguidores, etc) e a comparação com o desempenho de seus concorrentes.

Mas as ferramentas de comunicação têm capacidade de proporcionar a candidatos e eleitores espaços para maior aproximação e estabelecimento de diálogos que tragam maior legitimidade às pretensões eleitorais de agentes do campo político [2].  Ao refletir sobre os possíveis diálogos, devemos lembrar que uma campanha bem gerida nas mídias sociais como o Twitter, por exemplo, deve estar atenta àquilo que seus seguidores publicam ou solicitam. E tendo em vista a almejada mobilização e engajamento à ação de atender as solicitações “podem fazer com que os usuários contemplados por uma resposta ou comentário se sintam pertencentes àquela campanha e se engajem com maior disposição e eficiência em prol de uma candidatura [3].

No geral as pesquisam revelam haver ainda o desafio da interação com baixa responsividade por parte dos candidatos, seja pelo reduzido número de mensagens com menções a outros usuários ou devido a poucas respostas a menções recebidas. Ao atentar para esses aspectos nossa pesquisa se interessa em saber sobre o “entre”, com foco na relação, na interação, e procura responder questões do tipo: o quanto os candidatos são mencionados durante a campanha? Qual seu índice de responsidade? O que respondem? O que não respondem? Será que existe algum padrão de perguntas não respondidas?.

Responder a esses questionamentos nos dará condições também de traçar um olhar sobre a participação política no que tange à interatividade e engajamento durante o período eleitoral de 2014.  O estudo está sendo discutido no Grupo de Pesquisa em Política e Tecnologia de Informação e Comunicação (GPoliTICs) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), grupo que integra o Centro de Estudos Avançados em Democracia Digital (CEADD).

Serão monitoradas, por meio do uso do BrandCare, a conta dos principais candidatos ao governo do Estado de Alagoas, bem como as menções que os mesmo recebem. Ao longo do desenvolvimento da pesquisa e do monitoramento serão apresentadas extratos e resultados parciais.

—–

[1] Mestre (2009) e Doutorando em Ciência da Informação pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Graduado em Ciência da Informação (2006) pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Pesquisador do Grupo de Pesquisa em Política e Tecnologia de Informação e Comunicação (GPoliTICs – UFAL). Sua pesquisa sobre participação política, interatividade e engajamento online nas eleições estaduais de Alagoas é apoiada pela Social Figures, através do plano acadêmico do BrandCare.

[2] MARQUES, F. P. J. A.; SAMPAIO, R. C.; AGGIO, C.. Do clique à urna: internet, redes sociais e eleições no Brasil. Salvador: Edufba, 2013.

[3] AGGIO, C.. As campanhas políticas no Twitter: uma análise do padrão de comunicação política dos três principais candidatos à presidência do Brasil em 2010. In: Congresso da Associação Brasileira de Pesquisadores em Comunicação e Política, 2011. Anais. Rio de Janeiro, RJ: IV Compolítica, 2011, v.4, p. 1-24. Disponível em: < http://www.compolitica.org/home/wp-content/uploads/2011/03/AGGIO-Camilo.pdf>. Acesso em 5 nov. 2012.

Políticos 2.0: estudo compara influência digital de parlamentares brasileiros

By | Redes Sociais, Social Media | One Comment

A consultoria Medialogue lançou a segunda edição do estudo Políticos 2.0: Deputados Federais e Senadores. Analisando a presença digital de políticos em sites, email e mídias sociais, o documento oferece um mapeamento importante no atual contexto do mercado de comunicação política.

Alexandre Secco, jornalista e diretor da Medialogue, explica os resultados do estudo: “Conseguimos estabelecer um link que poderá ajudar a responder a pergunta que todo político pragmático um dia já fez: afinal, a internet ajuda a ganhar eleições? O estudo sugere que há, sim, uma ligação entre número de votos e presença na internet. A pesquisa também explora outros terrenos: mostra, por exemplo, a relação entre o número de seguidores no Twitter e fãs no Facebook de cada deputado com o número de votos recebidos nas últimas eleições.”

parlamentares mais influentes nas midias sociais

Mais influentes no digital. Faça download do estudo.

Os dados são bastante reveladores. Alguns deles:

  • O número de seguidores no Twitter aumentou 138% e o de fãs no Facebook 268%.
  • Entre os parlamentares mais influentes, 83% mantêm seus blogs atualizados, contra 53% da média.
  • O estudo das bancadas mostrou o PT de Dilma Rousseff, o PSDB de Aécio Neves e o PSB de Eduardo Campos em posição bastante equilibrada e bem posicionados no ranking de influência.
  • Entre a pesquisa de 2011 e 2013 a atualização no Twitter diminuiu, mesmo tendo aumentado bastante o número de seguidores. Cerca de 70% dos políticos atualizavam os perfis, hoje são 62%. Já o crescimento de seguidores foi de 138%, demonstrando que o Twitter está sendo subestimado.
  • Entre 2011 e 2013 o cadastro de eleitores no site melhorou, assim como a disponibilidade de informações.

Monitoramento de Mídias Sociais para Eleições

By | Social Media | No Comments

Lançamos um material gratuito sobre Monitoramento de Mídias Sociais para Política e Eleições: histórico, aplicações e passo-a-passo. Confira as seções abaixo:

a) Mídias Sociais e Eleições: uma parceria com bastante história;
b) O Brasil dos Protestos: Ano Eleitoral e Mídias Digitais;
c) Aplicações do Monitoramento de Mídias Sociais no Marketing Político Eleitoral;
d) Passo-a-passo do Monitoramento de Mídias Sociais para Eleições;
e) Conheça o BrandCare

Para visualizar e fazer o download, basta acessar nosso SlideShare:


9 fontes de informação sobre política e eleições nas mídias sociais

By | Social Media | One Comment

As eleições de 2014 estão chegando e partidos, políticos e equipes de consultorias e agências já se preparando para o desafio deste ano. Para quem trabalha com mídias sociais, que mudam a cada minuto, é importantíssimo estar atualizado sobre as novidades, assim como conferir o que tem sido feito nos últimos anos.

Selecionamos 9 fontes de conteúdo – gratuito – que poderá te ajudar a aprender tanto sobre o passado quanto sobre o futuro das eleições digitais, sem esquecer do presente:

gil castillo1) O blog Marketing Político, da consultora Gil Castillo, autora de livros como “Internet e Eleições: bicho de sete cabeças” desde 2005 entrega publicações e análises sobre a área no Brasil. No LinkedIn, há debates em um grupo associado ao blog.

2) O livro Mídias Sociais e Eleições 2010, organizado por membros da agência PaperCliQ e pesquisadores de política, reuniu capítulos sobre o papel da militância, uso de comunidades do Orkut, advergames, Twitter, blogs etc. Entre os autores, consultores reconhecidos como Murillo de Aragão, Martha Gabriel, Leandro Mazzini e Carlos Manhanelli.

LABIC

3) Realizando amplas análises de temas relevantes da sociedade, o grupo de pesquisa Labic da UFES já publicou diversos textos sobre o atual contexto político do país, como “A Batalha do Vinagre” e o fim da bipolaridade política. Além das análises, também oferecem tutoriais e ferramentas para análise de dados.

4) Uma colaboração de pesquisadores de diversas universidades brasileira como UnB ,USP, UFMG, UFBA e UFC, o blog  Comunicação e Política trata de democracia digital, participação política, imprensa, mídias e internet reunindo o referencial acadêmico dos participantes à temas da atualidade.

5) Organizado por alguns membros do blog anterior, disponível na editora da UFBA, Do Clique à Urna: Redes Sociais e Eleições no Brasil é um livro lançado pela EDUFBA e disponível para download no formato epub. Reúne capítulos sobre as eleições de Obama em 2008, interação online de candidatos, eleições brasileiras de 2010, monitoramento eleitoral de mídias sociais, ciberdemocracia e modalidades de pesquisa. Entre os autores, referências nacionais e internacionais como Wilson Gomes, Jenifer Stromer-Galley e Jamil Marques.

6) O blog Metodologia Política é mantido por cientistas sociais e apresenta técnicas, ferramentas e tutoriais para análise de conteúdo, análise de redes e métodos estatísticos para processamento de dados e informações no contexto político.

medialogue

7) A agência digital Medialogue é referência na produção de materiais sobre eleições, ao publicar diversas análises e ebooks como Guia do Direito Eleitoral nas Eleições 2012, Reputação Digital: 15 presidentes na web, e Pesquisa Político 2.0, com medição da presença digital de deputadores federais e senadores.

8) O blog do Grupo Ponte, da UFC, reúne textos de sua equipe tratando de temas como internet e debate político, construção de um “candidato vencedor” e outros assuntos.

9) No blog Social Media Today, que cobre um amplo espectro de temas sobre mídias sociais (em inglês), Allan Rosenblatt da Turner Strategies, publica sobre política e advocacia social.

Eleições X Redes Sociais

By | Redes Sociais, Social Media | No Comments

Com a proximidade das eleições este ano, as timelines e murais começam a serem bombardeadas por mensagens politicas dos mais variados partidos, candidatos e afins. Há quem goste, discuta e defenda seu ponto de vista e há quem odeie esse tipo de mensagens, mas como o perfil é individual, cada um compartilha aquilo em que acredita. Agora se seus amigos vão gostar ou não é outra história.

Gostando ou não a questão é: as pessoas estão mudando sua opinião política. O motivo? Os novos meios de comunicação. Tal afirmação foi colocada pelo (oráculo) Google, que lançou no dia 24/07 o “Four Screens to Victory”, onde mostra como está ocorrendo essa mudança, com base nas eleições dos EUA. Segundo eles a vitória depende de quatro telas: TV, mobile, tablete e computador. O que vai de encontro com o que temos acompanhado ao longo dos últimos anos, o crescimento do uso da internet por celulares e a febre dos tablets.

Diferentemente dos EUA onde uma boa parte da verba para campanhas políticas é investida em mídias digitais, no Brasil não se vê o mesmo empenho, apesar de políticos usarem de certa maneira as redes para falar das suas propostas. Será que teremos mudanças vindo por aí!?

fonte: ProXXIma